domingo, 26 de junho de 2011

DO AMOR




Aquela aragem fria
que em ti sentiste
era eu a refrescar-te


Quando sem luz ficaste
mandei a lua encher-se
e iluminar-te


No dia em que fome sentiste
peguei em farinha
ofereci-te do melhor pão


Ao perderes teu rumo
desenhei no papel
uma nova estrada de luz


e foi nela
que nos
encontrámos



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